segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Lojas e Mercados

De repente eu estou até meio chato com isso, mas minha tolerância com estabelecimentos comerciais é quase zero. Veja bem, eu estou indo lá para consumir o produto. O mínimo que espero é que eu possa circular pelo ambiente e fazer minhas escolhas. Simples assim. Por esse ângulo, então, todo lugar deveria ser Cinco Estrelas, certo? Não fariam mais que sua obrigação. Aqui no blog a ideia é dar destaque para quem trabalha direito. Hoje, porém, faremos diferente ressaltando pontos que podem melhorar nos lugares que visitamos. Juba Luca é uma pequena papelaria em que tive que entrar outro dia. Seu pecado: degrau na entrada. Pecado, aliás, super comum por aí. Por que não se faz entrada sem degrau? Não sei. A Liga Retrô, como a maioria das lojas de shopping, não tem muito espaço, nem provador em tamanho adequado para uma cadeira de rodas ou andador, por exemplo. Pouco espaço destinado a lojas em shoppings não é o problema da Rupee Rupee. O que acontece por lá é que, talvez para dar um ar de modernidade, de loja descolada, além de um monte de almofada espalhada pelo chão, têm níveis diferentes de piso dentro da própria loja. Deve ser caro a beça fazer isso, mas não é muito funcional não. Acho todo Zona Sul que tem por aí meio estreito, não é não? A sensação que tenho é como se estivesse em um corredor, sei lá. Eu não sei como eles conseguem organizar as coisas com aquela disposição, só sei que é incompatível com um cadeirante. Está aí boa desculpa para não ir a mercado nunca mais...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Eventos

Não fomos ainda a muitos eventos mas todos os que conferimos foram bem divertidos. Nem dá para escolher algum em especial porque cada um deles teve sua graça própria. Aprendemos a fazer bruschetta no Circuito Rio Show de Gastronomia. Um mergulho no mar da Barra dá a medida do que foi o Praia para Todos. Um passeio agradabilíssimo nos jardins do Museu da República no Primavera dos Livros. Chope de graça no Rio Botequim. E a primeira chuva do ano no Reveillon da Praia do Flamengo. Que venham outros e a gente vai curtir também, sempre com o maior prazer.

Estabelecimentos Saúde

Eu sei que é meio estranho esse campo no blog destinado a estabelecimentos na área de saúde, concordo. Mas, pode crer, tem motivo. Nos últimos tempos temos visitado, com mais frequência que gostaríamos, esses locais. E a gente acha que há, sim, dicas e comentários pertinentes a registrar. Destacamos, por exemplo, as únicas farmácias que fui (e já fui a muitas, acredite) com piso no mesmo nível da calçada ou rampa de acesso. Acredita que tem clínica e hospital onde o corredor é estreito, o elevador é pequeno (ou não funciona) e o banheiro não é adaptado? As honrosas exceções são o SARAH, o Hospital do Amparo e a Casa de Saúde São Carlos. Com relação aos laboratórios até que o nível é bom. Mas, como em alguns não tem espaço para a cadeira e a gente acaba trocando de roupa no corredor, tirando sangue na cozinha ou entrando pela garagem, só o Hélion Póvoa e o Sérgio Franco conseguiram Cinco Estrelas. Para mim, campeão mesmo é o consultório particular, especializado em Esclerose Múltipla, onde mal cabe cadeira de rodas (todas as pessoas têm que sair para você entrar, surreal) e no banheiro talvez não fique uma pessoa em pé. NeuroRio, o troféu é seu.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Cinemas

Apesar de gostar muito de cinema a gente acabou só indo a dois até agora: o Cinemark Botafogo e o Unibanco Arteplex. E a questão é, basicamente, financeira. Cinema está muito caro para o meu gosto. Tem o Clube do Professor (com sessões gratuitas), promoção do Itaú (meia entrada), estacionamento gratuito (para deficientes, no Botafogo Praia Shopping). Característica comum a todas as salas: o local reservado a cadeirantes é ainda mais à frente da primeira fila, ou seja, coladão na tela. Com o tempo acostuma. Parece que têm pelo menos duas exceções na cidade: o Roxy, tradicional cinema de rua em Copacabana, e as salas do Shopping Grande Rio. A conferir.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Centros Culturais

Estão aí locais que a gente sempre gostou de frequentar. Não sei dizer se o carioca aproveita bem seus Centros Culturais. Geralmente são de fácil localização, oferecem programação para toda a família, gratuita ou bem barata, sem contar que um pouco de cultura nunca fez mal a ninguém. Sempre está rolando algo interessante. Pois bem. Acontece que, no que diz respeito a acessibilidade, nem todos estão assim tão bem colocados. Já postei aqui que somos fãs do Instituto Moreira Salles. Dos que a gente conferiu, é o único Cinco Estrelas. O MAM é muito bacana, só está faltando um elevador para substituir aquela rampa (íngreme e interminável) que dá acesso a uma área de eventos que a gente foi outro dia. Ainda vou fazer um post só sobre rampas. Os jardins do Palácio do Catete são de uma tranquilidade indescritível. Só não tem como visitar o museu propriamente dito. Vá lá, construção antiga... No Centro Cultural dos Correios está tudo certinho: elevador, banheiro, piso, rampas. O que estraga é o acesso ao prédio, que se dá pelos fundos, numa rua de pedras (muito) irregulares, um saco. A Casa de Cultura Laura Alvim é a que me parece mais distante de uma solução razoável. Os problemas passam pelo piso (com mais dessas pedras irregulares), um elevador inviável e rampas (de novo elas) também inadequadas. Fica aí o toque para que os administradores tenham um pouco mais de carinho com esses detalhes que são tão importantes para uma parcela significativa de usuários.

Bares e Restaurantes

Todo mundo que me conhece sabe que sempre gostei de um bar. Continuo gostando. Por isso já conferimos vários. Tantos que dá até para dividir em categorias. Têm aqueles que não são Cinco Estrelas por detalhe, caso do Balada Mix, Caldo Beleza, Chez Younez, Confeitaria Colombo, Drink Café, Papizzo , Paraíso do Chopp e Via China. Em todos eles, alguma medida super simples resolve o problema. As devidas sugestões já foram dadas aos respectivos gerentes. Têm também os que apresentam dois de três problemas (alguns até os três simultaneamente): mesas próximas demais umas das outras, degrau onde devia/podia haver rampa e falta de banheiros (adaptados ou não). Há casos curiosos de rampas que são verdadeiras ladeiras (Cruzeiro do Sul e Círculo Militar) ou banheiros destinados a mulheres e/ou (isso mesmo) portadores de necessidades especiais (Sportv Point). Já tomou uma cerveja na Mureta da Urca? Deixei por último o caso que mais me intriga. A calçada é destruída. Só por um milagre aparece vaga para estacionar nas ruas próximas. O ponto final de algumas linhas de ônibus fica justamente em frente à rampa de acesso à calçada (destruída, já disse?). Nunca tem espaço junto ao balcão (alto demais) para fazer os pedidos. Se entrar numa de subir para o restaurante (climatizado), esquece: fila de espera e escadaria completamente inviáveis. Acontece que simplesmente não dá para deixar de ir ao Bar Urca. Tira um dia de sol e vai lá para conferir e diz se eu não tenho razão.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Um pouco mais de ar livre

O post de áreas ao ar livre já saiu e disse que não tinha nenhum local 100% para indicar. Pois é, não tinha. A gente conferiu dois lugares que valem a visita: a Feira de São Cristóvão e o Forte de Copacabana. Para começar é barato (deficiente não paga e acompanhante R$ 4,00, no Forte, e R$ 2,00, na Feira). Estacionamento com vaga preferencial e banheiros adaptados. Diversão garantida. Para quem curte Chorinho, tem um pessoal que se apresenta domingo lá no Forte com um som que é bom demais, uma vista linda e ainda é de grátis.